O Grande Acontecimento

Assim diz a Palavra de Deus: “Porquanto o Senhor (JESUS) mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do
arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois
nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor, e assim estaremos para sempre com ele. Consolai-vos, pois, com estas palavras” (1Tes 4.16-18).

Às vezes ficamos imaginando o quanto esse grande acontecimento (o arrebatamento da igreja de Jesus, ou seja, das pessoas que formam um só corpo com Jesus, que ouvem e praticam as suas palavras, espalhados por toda a face da terra, independentemente de denominações) está tão próximo, segundo consta nas Escrituras e tantos sinais nestes últimos dias. Tão próximo, que poderá ocorrer a qualquer momento. Porém, muitos ainda não entendem, mesmo
muitos que se dizem cristãos, como isso sucederá.
Alguns ainda têm até mesmo dúvidas se serão mesmo ou não arrebatados. Talvez não creiam em todas as promessas
de Jesus, e estão ainda apegados às coisas materiais, sem conseguir deixar de amar os prazeres do mundo.

Mas somos alertados a esse respeito: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o
mundo, o amor de Deus não está nele; porque tudo o que há no mundo, a concupiscência dos olhos e a soberba da
vida, não procede de Deus, mas procede do mundo” (1João 2.15-17).

O arrebatamento é uma realidade da qual não podemos nos afastar em nenhum momento, nem podemos deixar de
estar preparados. “…vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (Mat 24.42).
Nossos pensamentos devem permanecer vinte e quatro horas por dia no Senhor. Quem faz uma pessoa ficar fanática
é o diabo e não Deus. A recomendação “orai sem cessar” não significa ficar de joelhos o dia todo, e sim estar ligado em Deus. Pode alguém pensar que somos alucinados, mas sabemos da nossa lucidez, da nossa paz com Deus.

É mesmo uma tristeza que alguns façam pouco caso do arrebatamento, como se nós estivéssemos falando de alguma
coisa esquisita. Talvez sintam pesar por nós. Mas o inverso é que é uma grande realidade.

Sobre o dia específico do arrebatamento, é um grande mistério: “A respeito daquele dia e hora ninguém sabe… somente Deus” (Mat 24.36).

Por isso é de suma importância estarmos preparados para aquele dia e hora em que Jesus voltará para levar os seus
deste mundo corrompido. Muito se fala sobre ETs (extraterrestres) que são sinais para desviar a atenção do mundo para as coisas do diabo e fazer as pessoas se afastar da Bíblia, mas os verdadeiros ETs são os crentes em Cristo que não pertencem mais a este mundo, que são apenas peregrinos em terra estranha, como bem diz a Palavra de Deus:
“Exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois… mantendo exemplar o vosso procedimento” (1Ped 2.11-12).
Sabemos que o Senhor Jesus já preparou o nosso lugar, a nossa morada lá nos céus (isso não é ilusão nem lavagem
cerebral (como acontece com determinada religião oriental, que promete lindas mulheres no céu), mas tem base bíblica.
A fé não é de todo mundo. Jesus não promete prazeres carnais no céu, mas uma eternidade ao lado dele, sem dor, sem morte, sem problemas, sem fraqueza, sem pecado, habitando em mansões construídas com material de primeiríssima qualidade: ouro e pedras preciosas.

É verdade, amigo, o arrebatamento é um assunto muito sério, tão real para nós que cremos na Palavra de Deus, que nos sentimos constrangidos por saber que muitos não dão a importância devida às palavras de Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas… vou preparar-vos lugar… voltarei e vos receberei para mim mesmo…” (João 14.2-3). Constrangidos por saber que muitos ainda não se converteram de seus pecados e ainda não entregaram suas vidas ao Senhor que nos promete uma vida maravilhosa ao seu lado, e o melhor de tudo – vida eterna. Uma vida sem dores, sem doenças, sem aborrecimentos, sem preocupações, sem velhice, sem medo de bala perdida, e o melhor – sem morte.

Nós sabemos que muitas pessoas estão mesmo cegas espiritualmente, em trevas horríveis, hipnotizadas pelas atrações ilusórias e perecíveis que o mundo oferece, enganadas em suas gozações e zombarias contra os que crêem na Bíblia.
Querem de todas as maneiras desfazer, desacreditar (e isso sem consultar) o Manual de Deus. Crêem em toda porcaria
que pegam pra ler. Crêem em tudo o que o homem escreve, mas não crêem na Bíblia. Falam mal, zombam, escarnecem
(mas não consultam de forma alguma). Não sabem do erro terrível que estão cometendo. E nem investigam.
A Bíblia é um livro tão simples, tão maravilhoso, tão desafiador, tão cativante, que nunca encontraremos palavras humanas para mostrar nosso contentamento pelo legado de Deus à humanidade. Alguns que se habilitam a investigar querem complicar e interpretar de acordo com seus próprios desejos. Alguns somente a lêem nos momentos desesperadores, somente se lembram de Deus nas agonias e nos momentos finais. Quanta cegueira!
Mas não há ninguém tão bom que não precise da graça de Deus. Nem há também ninguém tão mau que não possa
alcançar a misericórdia de Deus.

Mas o dia desse grande acontecimento se aproxima rapidamente.
Tudo está acontecendo tão inesperadamente que nem nos damos conta. Os sinais da vinda de Jesus (prestem muita
atenção escarnecedores!) são mostrados em tudo o que acontece hoje pelo mundo. É só verificar, por exemplo, os
acontecimentos no Oriente Médio, e em particular os que se relacionam com Israel e Jerusalém (que se tornou um
cálice de tontear para as nações). Por que será que todas as nações vizinhas de Israel querem vê-lo riscado do mapa?

Quem tiver apenas um pouquinho de inteligência certamente vai querer escapar das loucuras da Grande Tribulação, da
cólera divina que será derramada depois do arrebatamento da igreja. Coisas ruins que o mundo nunca viu antes estão
ainda por acontecer. Basta apenas dizer que muitas pessoas irão desejar a morte, e a morte fugirá delas. Que loucura, hein? Mas quem desprezou a mensagem do evangelho (que somente Jesus salva), verá com horror a desgraça de ter que ficar e enfrentar a realidade dos fatos, “quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos de seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição…”(1Tes 1.7-10).

Os dias atuais são parecidos com os dias do patriarca Noé. Quem sabe, talvez pior. Jesus fez tal comparação. Nos dias de Noé imperava a violência, por isso Deus limpou toda a terra da impiedade humana, pois “a maldade dos homens se havia multiplicado” (Gen 6.5). Noé, um homem justo que andava com Deus, foi escolhido para fazer uma arca e anunciar o grande dilúvio, chamando o povo ao arrependimento. Mas todos zombaram dele, ninguém acreditou em suas palavras, e chamaram-no de velho tolo e débil mental, pois quem acreditava em tal dilúvio? Não é assim também que fazem conosco?
No entanto salvou-se apenas ele e sua família (oito pessoas) porque creram em Deus. Quem fechou a porta da arca depois de todos estarem dentro não foi Noé, foi Deus. Hoje também existe uma arca chamada Jesus, que já está pronta e apenas espera o último convertido entrar pela porta. Depois que Deus fechar essa porta, ninguém mais conseguirá entrar…

Hoje, o certo é errado, e o errado é certo. O mal chamam de bem, e o bem chamam de mal. Os conceitos e os conselhos
dos homens mudam, mas não os de Deus. DEUS NÃO MUDA. Quem permanece seguindo os conselhos de Deus sempre
se dá bem. A imoralidade está grassando, o homossexualismo ganhando espaço, milhões assumindo desavergonhadamente a condição de depravados, com nomes modernos e uma liberalidade e libertinagem sem preconceitos e sem direito de críticas. O que nos dias de ontem se escondia com vergonha, hoje se proclama com irreverência.
Tudo está se desmoronando, os valores se invertendo, e não há esperança de melhora nem mudança pra melhor. Todos dizem, pelo contrário, que tudo está bem, que tudo isso é coisa normal. Os que criticam é que são ultrapassados e medievais.

Será que tudo isso vai ficar assim mesmo?
“Ora, se Deus não poupou a anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismo de trevas,
reservando-os para o dia do juízo final; e não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios; e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver desavergonhadamente; e livrou o justo Ló, afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados… É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos, e reservar, sob castigo, os injustos para o dia do juízo” (2Ped 2.4-7,9).
Quem não entender estas palavras deve ser mesmo muito “tapado”. O castigo para os que não crêem e nada querem com Jesus está chegando.

É interessante como no mundo inteiro os grandes estadistas, inlusive “sua santidade” o Papa, vive falando de paz, como se isso fosse algo possível de acontecer num mundo sem temor a Deus. Pra isso, inclusive, depois da Segunda Guerra Mundial,
inventaram a ONU. Querem a paz, mas não querem o Príncipe da Paz. Armam-se cada vez mais, todas querem ser a número
um em armamentos sofisticados e destrutivos. As nações “falam de paz ao seu próximo, porém no coração têm muita perversidade” (Sal 28.3). Ministros de estado se reúnem em locais “neutros”, com intermediadores que buscam promover a paz a qualquer custo, e “espera-se a paz, e nada há de bom” (Jer 8.15).

Muitos andam confusos de um lado para outro, entrando e saindo de uma religião ou seita, e indagam sempre: “Qual é a tua religião?” “Qual é a tua igreja?” Já imaginaram um cego no meio de um tiroteio? É a mesma coisa. O negócio é procurar por um abrigo seguro. Erram porque desconhecem as Escrituras e o poder de Deus. Erram porque não querem um compromisso sério com Deus. Erram porque não querem fazer a vontade de Deus. Ora, Deus não é de confusão, e sim, de paz.

Concluindo, vamos contar agora uma pequena estória ilustrativa.
Em 1914, Ernest Shackleton chefiou uma expedição que navegou para a Antártida e seguiu para o Polo Sul.
A expedição transcorreu conforme os planos até que o gelo bloqueou o navio e por fim despedaçou o seu casco. Os tripulantes conseguiram chegar a uma pequena ilha com barcos salva-vidas.
Prometendo que voltaria para buscá-los, Shackleton, com um pequeno grupo dos seus homens, navegou por 1280 quilômetros
de mares perigosos até chegar a ilha Georgia do Sul.
Tendo, para orientar a sua navegação, apenas um sextante, eles alcançaram a ilha. Então Shackleton conduziu o grupo através de lugares íngremes e mantanhosos para o porto do outro lado da ilha.
Quando lá chegaram, ele conseguiu um navio para resgatar a sua tripulação. O seu líder cumpriu a sua palavra e voltou para buscá-los. Nenhum homem ficou para trás.
Quando Jesus se preparava para deixar seus discípulos, ele prometeu que voltaria. Ele disse: “E quando eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver” (João 14.3).
Depois de suportar os horrores da cruz, Jesus ressuscitou dos mortos e concede a vida eterna a todos os que crêem nele como seu Salvador. Ele mora em nós hoje por meio do Espírito Santo, mas um dia voltará e nos reunirá na sua presença (1Tes 4.l5-18).
Jesus cumpre a sua palavra, pois ele não é homem para que minta. Se você pertence a Jesus, ele voltará para você!
irmão Adail ([email protected])

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