Homossexualismo: Bombardeio Televisivo

Bombardeio televisivo
por Moisés Piangers – em 08 de janeiro de 2005

Resumo: Que cada ser humano é livre, isto é, tem livre arbítrio para fazer o que quiser, ninguém discute. Mas glorificar a prática sexual de uma minoria e tentar impor esta prática para todos os outros é um abuso.

A família brasileira está sendo, como nunca,
bombardeada pelos meios de comunicação com toda
a sorte de baixarias e coisas inconvenientes, que corroboram na diluição dos valores familiares mais
caros que a cultura cristã-ocidental nos legou. Após séculos e séculos de uma tradição, que se provou
acima de qualquer suspeita, eficiente na manutenção
de uma verdadeira civilização, estamos como que num
ímpeto suicida, caminhando rumo a barbárie.

A divulgação e a defesa do comportamento homossexual
feita pela televisão em horário nobre são particularmente preocupantes. A novela Senhora do Destino está superando todas as outras quando se trata de desafiar os
valores tradicionais. Basta ficarmos expostos a ela
durante alguns minutos para que percebamos o que está
se passando.

O casal lésbico da trama, formado por Eleonora e
Jennifer, por vezes, lembra um casal hétero tradicional
das estórias românticas. Trocam olhares, juras de amor
e até querem adotar uma criança. Tudo é realizado para
que o telespectador veja o relacionamento homossexual como
algo natural e até belo. Os mesmos adornos utilizados
nas estórias românticas que consagraram o amor
perfeito entre um homem e uma mulher agora são usados,
numa lógica pavloviana, para dar ares de santidade
ao casal lésbico. Olavo de Carvalho muito bem comentou sobre este processo, alguns anos atrás, quando o
Ministério da Saúde lançou uma campanha contra o “preconceito”.

Os personagens que convivem com o “casal” na novela, parecem aceitar e apoiar o comportamento das moçoilas. Aquele que não concordou, pai de uma delas, foi ridicularizado em uma cena. Enquanto discutia com a
filha, toda a situação dava a entender que o pai era o desequilibrado, moralista e “fechado”. Todos os
argumentos que foram colocados na boca do pai nesta
cena pareciam soar pueris demais para serem aceitos. Enquanto isso, a filha, apresentava um ar sereno, com
um olhar flamejante de justiça, dizendo que ela tinha o direito de ser feliz e toda aquela conversa que já
conhecemos. Ela parecia personificar o mocinho consagrado no cinema americano e o pai era o vilão. Com a cena apresentada desta maneira é lógico que o cidadão
comum é condicionado a simpatizar com a bela moça, que
parecia se defender da atitude repressora e injusta
do pai. Mas está na cara que a cena foi
propositadamente conduzida a este termo. E nem
poderia ser diferente se o autor da novela, todos os atores, atrizes e diretores parecem endossar o comportamento homossexual e fazer da sua defesa uma
missão sacrossanta.

O problema é que muitos incautos, pessoas que se deixam amoldar pelo lixo televisivo até porque não percebem
o seu veneno, estão tendo suas consciências seqüestradas. Estão sendo vítimas da retórica pró-homossexual e de uma dialética macabra que não mostra o lado verdadeiro do homossexualismo, mas sim, somente, o ponto de vista do homossexual e do simpatizante da causa gay. Pior: reveste de honrarias este tipo de relacionamento, fazendo-o
parecer igual ao relacionamento homem-mulher e,assim, o adorna com sentimentos e valores consagrados por uma tradição cristã que sempre o condenou (porque a bíblia o condena).

É este ar de “justiça” adotado pelas personagens,
somado ao fato de elas serem realmente bonitas, que contribui como elemento legitimador da união homossexual apresentada na novela. Isto não seria possível há alguns anos quando a relação homossexual era considerada subversiva e inconveniente. Portanto,a intenção destes “engenheiros sociais” teledramatúrgicos é, sistematicamente, mostrar que a união homossexual não
tem nada de subversivo.

A artimanha é simples: primeiro lança-se a questão na mídia. Isto pode chocar algumas pessoas, mas a semente
já está lançada. Uma vez a questão presente na mídia, é propiciado o debate. É neste ponto que os ativistas
homossexuais agem, ostentando o seu comportamento e exigindo os direitos que imaginam ter. Quando muitos já aceitam o comportamento homossexual, basta derrubar as últimas barreiras conferindo ao homossexualismo status de
comportamento normal e elogiável.

Um exemplo deste processo aconteceu em 1948 com a publicação de chamada Sexual Behavior in the Human Male (Comportamento Sexual Masculino), conhecida como
Relatório Kinsey. Neste relatório, Alfred C. Kinsey
se valeu de dados isolados sobre o comportamento
sexual de uma minoria entrevistada para divulgar uma
série de praticas pervertidas para a sociedade, bem
como alegar que 10% dos homens eram homossexuais.
Por mais viciada que fora a pesquisa, por mais que Kinsey entrevistara pessoas de duvidosa conduta (muitos presidiários, criminosos sexuais e até pedófilos),
a mera divulgação dos dados obtidos fora suficiente para fomentar um debate. O escândalo passou e o
homossexualismo se tornou uma questão recorrente, assim como outras práticas sexuais consideradas tabu até então.

O debate do momento, por causa também da novela, é
sobre a questão da adoção de uma criança por homossexuais. Ora, o argumento apresentado é que é infinitamente melhor
a criança ser adotada, ainda que por um casal fora
dos padrões, do que ficar abandonada. Mas será que
isso é verdade? Você pode ler este artigo e pode ler na Bíblia que Deus é o pai dos órfãos (Sl 68, 6) e isto é suficiente para mostrar que, novamente, estão ocultando a verdade da população. Muito mais importante do que uma
casa para morar é a alma de um ser humano. Alguns não percebem que com esta atitude corroem a família e
colaboram para que mais crianças estejam em situações de abandono e miséria.

É revoltante a forma ostensiva como se tem propagado a causa homossexual. Que cada ser humano é livre, isto é,
tem livre arbítrio para fazer o que quiser, ninguém discute. Mas glorificar a prática sexual de uma minoria
e tentar impor esta prática para todos os outros é um
abuso. Ainda mais quando se usa uma novela campeã de audiência para manipular as consciências de pessoas que, fazendo parte da massa passiva que sempre assistiu a
estas novelas, nem sequer percebem que estão sendo
vítimas de engenharia comportamental.

Nota: o autor cita o site abaixo, onde há um detalhado
estudo sobre o assunto:
www.geocities.yahoo.com.br/amigosdafamiliabrasileira
/adocao.doc

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