Com o a Igreja Católica deixou a Bíblia de lado

Vamos ver aqui o processo gradual de paganização da Igreja Católica Romana, desde
que ela começou a abandonar a sinmplicidade do Evangelho de Jesus, até o presente
momento.
Paulo havia prevenido aos dirigentes da igreja de Cristo antes de sua morte:
“E agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o Reino de Deus,
não vereis mais o meu rosto. Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo
do sangue de todos; porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.
Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu
bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio
sangue. Porque eu sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós
lobos cruéis, que não perdoarão o rebanho. E que dentre vós mesmos, se levantarão
homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.
Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, durante três anos, não cessei, noite e dia,
de admoestar com lágrimas a cada um de vós” (Atos 20.25-31).

Durante algumas décadas, a igreja não aceitou nenhuma doutrina antibíblica, e era
sempre perseguida ferozmente pelos imperadores romanos. Mas, como o nosso
adversário, o diabo, é astuto e sagaz, e anda em derredor, bramando como um leão,
buscando a quem possa tragar (ele trabalha vinte e quatro horas por dia para fazer
das suas), tempos depois, começou a introduzir “novidades” (e até hoje ele faz a
mesma coisa nas igrejas evangélicas) através de lobos cruéis, vestidos com pele de
ovelha.
Tais novidades nada têm a ver com a Palavra de Deus, mas, com o passar do tempo,
adotou um nome bonito e importante: tradição. Vamos resumir algumas delas:

– No ano 130, o bispo Sixto introduziu a Quaresma e o Jejum (40 dias de penitência);
– No ano 197, Zeferino, bispo de Roma, começa um movimento herético contra a
divindade de Jesus;
– no ano 217, Calixto se torna bispo de Roma, pondo-se à frente da propaganda herética,
e levando a igreja de Roma para mais longe da Bíblia;
– No ano 265, Gregório Taumaturgo sugere pela primeira vez que se substitua a festa das
Saturnálias (homenagem a Saturno) e das Bacanais (em homenagem a Baco, o deus
do vinho e dos bêbados), pelas festas em homenagem aos santos (mortos) da igreja;
– No ano 270, Santo Antonio, o Egípcio (não é o casamenteiro), adotou pela primeira vez
o monasticismo (viver em lugares isolados, longe da família, dos amigos e da sociedade),
contrariando o que diz a Bíblia (Prov 18.1). Daí, surgiu os padres;
– No ano 304, os bispos começam a serem chamados de Papa;
– No ano 310, iniciam-se as rezas pelos mortos;
– No ano 320, começam a usar velas nas igrejas;
– No ano 321, no dia sete de março, o imperador Constantino, aconselhado por Eusébio de
Cesaréia, baixa um decreto impondo a obrigatoriedade de todos os cristãos guardarem o
domingo como o dia do Senhor, “e não o sábado dos judeus”;
– No ano 370, Basílio de Cesaréia e Gregório de Nanzianzo sugerem pela primeira vez a
intercessão dos santos (mortos) junto a Deus, pelos pecadores. Primeiro indício do
turíbulo (incensário), paramentos e altares nas igrejas, usos esses introduzidos pela
influência dos pagãos “convertidos”;
– No ano 373, Efraim Sírio, foi o primeiro indivíduo a adorar e pedir intercessão de Maria;
– No ano 378, o papa Dâmaso, considerado pelos estudiosos como o primeiro papa (o
primeiro dos bispos de Roma a exercer o título de supremo pontífice da ordem babilônica
depois dos doze Césares), criou a adoração a Maria (mariolatria);
– No ano 381, a Igreja Cristã recebe o nome de “Católica” através de um decreto do
imperador romano Teodósio I, no Concílio de Constantinopla, enterrando definitivamente
a Igreja dos Apóstolos. O documento chama-se “Cunctos Populos”. Portanto, a Igreja
Apostólica Apostólica Romana atual, é uma mistura de pseudo (falso) cristianismo com
o paganismo puro.
– No ano 390, Nectásio, bispo de Constantinopla, institui a Confissão Auricular, a conhecida
expressão dos padres: “Conte os seus pecados”.
– No ano 394, o culto cristão é substituído pela Missa. O papa Sirício foi quem sugeriu a
mudança e tentou proibir o casamento dos padres;
– No ano 400, o sinal da cruz é feito no ar;
– No ano 416, começam a batizar crianças e recém-nascidos, costume adotado pelo papa
albanês Inocêncio I;
– No ano 431, o papa Celestino I institui o culto a Maria. mãe de Jesus;
– No ano 503, o Purgatório começa a existir, segundo o papa Símaco;
– No ano 528, o bispo de Roma Félix IV, institui o rito chamado “extrema-unção”;
– No ano 550, o imperador Justiniano I, pediu a intercessão de Maria em favor de seu império;
– No ano 610, o papa Bonifácio III, substitui no “Panteon de Roma” (templo pagão dedicado a
todos os deuses) as diivindades do paganismo pelos chamados “santos” (mortos);
– No ano 754, o concílio de Roma ordena que se venerem as imagens de escultura;
– No ano 830, começam a usar ramos e água benta;
– No ano 831, um monge chamado Pascásio Radberto cria o dogma a Transubstanciação
( o pão de trigo se transforma na carne de Cristo e o vinho da uva se transforma no sangue
de Jesus). E a Igreja acreditou nele até hoje.
– No ano 871, o sino é oficializado nas igrejas do Ocidente. Em Roma ele era usado desde o
ano 604;
– No ano 1075, o papa Gregório VII ordenou a todos os bispos e padres, que abandonassem
suas mulheres e filhos. Na época, os filhos dos religiosos estavam querendo herdar os
bens do Vaticano. O papa viu que a riqueza ia ser dividida entre os legítimos herdeiros, e
então resolveu criar o dogma celibatário (vida solteira para os padres);
– No ano 1130, Bernardo de Clarival afirmou que Maria falaceu no ano de 54 e foi sepultada
no Vale de Josafá, e três dias depois os discípulos foram ao túmulo e não encontraram o
o corpo da bendita Virgem, fato que levou a Igreja Romana a concluir que a mãe do Salvador
fora assunta aos céus (quer dizer, um dogma criado em cima de uma mentira escabrosa);
– No ano 1200, a hóstia substitui a Ceia do Senhor;
– No ano 1229, no Concílio de Toulosa, o papa Gregório IX proíbe a leitura a Bíblia pelo povo
(tempos depois, na infernal Inquisição, quem tinha uma Bíblia era queimado na fogueira);
– No ano 1230, Domingos de Gusmão cria a reza do rosário (o conhecido e velho terço),
costume já adotado pelos seguidores do profeta Maomé, se bem que as religiões mais
antigas como o budismo e o hinduísmo já tinha esse velho costume há mais de mil anos
antes de Cristo. Convém salientar que esse ardiloso Domingos de Gusmão, de origem
espanhola, foi um inquisidor católico e feroz inimigo dos que seguiam apenas a Bíblia.
Durante sete anos ele fez montanhas de cadáveres dos seguidores de Cristo, e a Igreja
Católica, agradecida, cananizou-o como “santo”;
– No ano 1439, finalmente a doutrina do Purgatório foi aprovada no Concílio de Florença;
– No ano 1549, no Concílio de Trento, a Igreja Romana decidiu acrescentar à Bíblia mais
sete livros, chamados deuterocanônicos, mais conhecidos como apócrifos (não são
inspirados por Deus), pois contradizem todos os 66 livros originais e inspirados pelo
Espírito Santo.

Obs.: Tudo isto acima (que é apenas um resumo) e muito mais, pode ser encontrado na
Enciclopédia Católica em muitas bibliotecas do mundo, inclusive na Internet.

Amigo católico, não estamos aqui inventando coisas nem delirando e muito menos
difamando a quem quer que seja. Uma leitura sincera da Bíblia mostra todos os erros que
são cometidos e que são recebidos como tradição, contradizendo as verdades bíblicas.
Se você é de fato uma pessoa sincera, leia a Bíblia, peça a direção de Deus, e você vai
conhecer a VERDADE, e essa verdade te libertará dos erros e superstições passadas
de geração em geração. Não adianta dizer: “Eu nasci assim, e vou morrer assim”.
Jesus tem um plano maravilhoso para a tua vida. A salvação é só Ele quem dá (Atos 4.12).

irmão Adail ([email protected])

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