Poesias

Ah! Quem me dera

Ah! quem me dera Pastor Mauro Jaques Quem dera envelhecer e sempre manter o humor contagiante dos áureos tempos de adolescência, com riso fácil, me agarrando aos relacionamentos ingênuos, à generosidade. Envelhecer livre para dizer: meu Deus eu te amo e não ser censurado, e mesmo sendo censurado, dizer: meu

Navio Negreiro

CASTRO ALVES Últimos versos de “Navio Negreiro”. Ouçam o gemido desse poeta diante da monstruosa escravatura. Hoje, a escravidão continua com outros nomes e novas ambições. Ontem plena liberdade, A vontade por poder… Hoje… cúm’lo de maldade, Nem são livres p’ra morrer. . Prende-os a mesma corrente — Férrea, lúgubre

Cicatrizes

E O POEMA NASCE NO CORAÇÃO NO RECÔNDITO DA ALMA ONDE SE ANINHA A SAUDADE E OS SONHOS DE AMOR NASCEM, CRESCEM, VIVEM E MORREM. MORREM? NÃO. SÃO EXTIRPADOS E DEIXAM CICATRIZES PERENES NÃO OUSEM TOCAR NAS CICATRIZES DOS SONHADORES ELES AS ALIMENTAM E AS GUARDAM NO SACROSSANTO CORAÇÃO COMO

Minha Carne, Minha Alma

MINHA CARNE DE LAMA, BARRO E CHÃO CANSADA, PÁLIDA, FÚTIL, VENCIDA NA BATALHA DURA DO MUNDO CÃO SEM NO AMOR NUNCA ENCONTRAR GUARIDA ENFRAQUECIDO SANGUE, NERVOS TENSOS ABATIDO ESQUELETO TENEBROSO ARRASTANDO MEU CORAÇÃO, MEUS MEMBROS AO MEU DERRADEIRO E EXTREMO ESFORÇO PORÉM, MINH’ALMA, MINHA FORÇA IMENSA DA CAVERNA DO MEU