Até o diabo sabe que a Bíblia vem de Deus

ADAIL CAMPELO DE ABREU

Isto é um fato comprovado: apenas uma porcentagem muito pequena de livros sobrevive além de um quarto de século. Uma porcentagem muito menor dura um século, e apenas um número muito pequeno dura mil anos. Isso significa que a Bíblia é um livro diferente. Quando, além disso, lembramo-nos das circunstâncias que ela tem sobrevivido, este fato torna-se mais supreendente.
Quando imaginamos no fato da Bíblia ter sido objeto especial de infindável perseguição, a maravilha da sua sobrevivência se transforma em milagre. Por dois mil anos, o ódio do ser humano pela Bíblia tem sido persistente, determinado, incansável e assassino. Todo esforço possível tem sido feito para corroer a fé na inspiração e autoridade da Bíblia, e inúmeras operações têm sido levadas a efeito para fazê-la desaparecer. Decretos imperiais têm sido passados ordenando que todas as cópias da Bíblia fossem destruídas, e quando essa medida não conseguiu exterminar e aniquilar a Palavra de Deus, ordens foram dadas para que qualquer pessoa que fosse encontrada com uma cópia das Escrituras fosse morta. O próprio fato de ter a Biblia sido o alvo de tão incansável perseguição nos faz ficar maravilhados diante de tal fenômeno.
Os imperadores romanos logo descobriram que os cristãos baseavam sua crença na Bíblia. Consequentemente, buscaram suprimí-la ou exterminá-la. O mais notável foi Dioclécio que, através de um decreto real em 303 d.C., ordenou que todos os exemplares da Bíblia fossem queimados. Ele havia matado tantos cristãos e destruído tantas Bíblias que, quando os cristãos ficaram quietos por algum tempo e permaneceram escondidos, ele achou que havia realmente conseguido eliminar as Escrituras. Ele fez com que em uma medalha fosse gravada a seguinte inscrição: “A religião cristã está destruída e o culto aos deuses restaurado””. Entretanto

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