Nossa morada final é na terra e não no céu, como afirma a Sociedade Torre de Vigia?

Vejam explicação da Bíblia Apologética para a argumentação Jeovista sobre o Salmo 37:

“Quando esses versículos são analisados dentro do seu próprio contexto, apresentam um quadro completamente diferente da crença das Testemunhas de Jeová. O Salmo 37 fala sobre a prosperidade aparente dos ímpios, que é passageira. Somente os justos serão felizes. Embora alguns teólogos entendam que essa passagem se refira ao milênio, parece que o Salmo não descreve um tempo futuro. O que se espera ver no presente é que os mansos prosperem sob a bênção de Deus, e os ímpios paguem um alto preço. Por exemplo, os versículos 1 e 2 recomendam que não nos indignemos por causa dos malfeitores. No versículo 25 o salmista descreve o que observou na sua vida, e o mesmo ocorre com os demais versículos. Concluímos que o Salmo 37 fala de eventos que aconteceram durante a vida de Davi. Quando analisamos o Salmo em seu contexto, podemos entender que diz respeito aos benefícios imediatos da boa conduta, e ao fim infeliz dos ímpios. O alvo de Israel era manter os limites geopolíticos de sua nação, isso somente seria possível através da graça de Deus: os mansos herdarão a terra. Aqueles que fossem submissos a Deus, continuariam na terra prometida”.

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