Jesus, o Filho de Deus

E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16).

“O FILHO DE DEUS – O próprio Jesus usou este título ocasionalmente (Jo 5.35; 9.35). Devemos entender que subsiste uma relação eterna entre o Filho e o Pai na Deidade. Quer dizer, o Filho de Deus, em sua relação eterna com o Pai, é denominado Filho, não porque Ele em certo tempo começou a derivar Seu ser do Pai (em tal caso Ele não poderia ser coeterno com o Pai), mas porque Ele é e sempre foi a expressão do que o Pai é (cf. Jo 14.9, ‘quem me vê a mim vê o Pai’). A deidade absoluta, e não a deidade em sentido secundário ou derivado, é o que se quer dizer com o título”.

“As palavras ‘Pai e Filho’ nunca são usadas no Novo Testamento a sugerir que o Pai existia antes do Filho; o prólogo do Evangelho de João afirma distintamente que o Verbo existia ‘no princípio’, e que este Verbo é o Filho, que se fez carne e habitou entre nós’.

“Ao se dirigir ao Pai (Jo 17), Jesus disse: ‘Tu me hás amado antes da criação do mundo’ (Jo 17.24). Desta maneira, no infinito passado o Pai e o Filho existiam nessa relação de amor, como também de absoluta deidade”.

“A declaração: “Tu és meu Filho, eu hoje te gerei”, em Sl 2.7 e citada em At 13.33; Hb 1.5; 5.5, diz respeito ao nascimento de Jesus e não à Sua ressurreição” (Fonte: Dicionário VINE).

 

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