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“No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Trata-se de uma das mais diretas e objetivas declarações da divindade do Filho. Os contradizentes alteram o texto conforme suas conveniências. Vejam: Bíblia israelita: “No princípio existia a palavra, e a palavra estava com o Eterno, e a palavra era divina” (Jo 1.1). Tradução do Novo Mundo (Testemunhas de Jeová): “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era [um] deus” (Jo 1.1). DEUS é um conceito de SER SUPREMO, com os atributos de onisciência, onipotência e onipresença. Segundo os contradizentes, o Filho não possui essas qualidades. PORÉM, na Bíblia Israelita e na tradução do Novo Mundo está escrito: “Nele [no Filho] habita TODA a plenitude da divindade” (Cl 2.9). Todavia, eles questionam o conceito de DIVINDADE, dizendo que os deuses pagãos são chamados de divindade. Vejamos o que diz o Dicionário VINE: DIVINDADE – (grego theiotes), “divindade”, que ocorre em Rm 1.20, é derivado de theios, e deve ser distinguido de theotes, que ocorre em Cl 2.9, “divindade”. Em Rm 1.20, o apóstolo Paulo “está declarando o quanto de Deus pode ser conhecido pela revelação de Si mesmo, que ele fez na natureza, através dos indícios de Si mesmo, os quais os homens de todos os lugares podem identificar no mundo que os cerca. No entanto, não é o Deus pessoal a quem o homem pode vir a conhecer por meio destes recursos; Ele pode ser conhecido somente pela revelação dEle em Seu Filho. Mas Paulo afirma (Cl 2.9) que no Filho habita toda a plenitude, a abundância da deidade absoluta… e o apóstolo Paulo usa o termo theotes para expressar esta Deidade essencial e pessoal do Filho. Por acaso, o apóstolo Paulo estaria afirmando que a divindade plena que habita no Filho diz respeito à divindade atribuída aos deuses pagãos?

Distanciamento da Bíblia israelita das demais versões, concernente à clara afirmação da divindade do Filho, em João 1.1

APLICO à BÍBLIA ISRAELITA o que é dito abaixo sobre a Tradução do Novo Mundo das Testemunhas de JEOVÁ: “Esta tradução não tem nenhuma autoridade, exceto para os que a fizeram e para os seus fiéis seguidores, e deve ser rejeitada como uma perversão da Palavra de Deus.” https://biblehub.com/john/1-1.htm João

Alguns grupos religiosos colocam o artigo definido antes da frase “Deus Pai” com o intuito de indicar uma superioridade absoluta do “Pai” sobre o “Filho” e o “Espírito Santo”. A Sociedade Torre de Vigia assim procede. A Bíblia Sagrada não usa esse artigo definido. A STV deixa bem clara a intenção de apontar a superioridade do Pai sobre o Filho, ao registrar João 1.1,2 do seguinte modo: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era [um] deus”. “Este estava no princípio com o Deus”. O Filho seria “um” deus – isto é, um deus menor, igual a tantos outros deuses. A aberração dessa adulteração da palavra está no fato de que o artigo indefinido “um” se encontra entre colchetes, indicando que se trata de um enxerto, uma adição ao texto original. Na Bíblia Israelita, é usada a palavra “Eterno” no lugar de Deus. Nessa Bíblia, João 1.1 está assim: “No princípio existia a palavra, e a palavra estava com o Eterno, e a palavra era divina”. Aqui vemos a mesma intenção de negar a divindade absoluta do Filho. No final, onde a Bíblia Sagrada diz “… e o Verbo era Deus”, a Bíblia Israelita declara que o Filho é divino. É divino, mas não é Deus? O texto diz que o Filho (a Palavra ou o Verbo) existia desde o “princípio”. “No princípio”, em Gn 1.1 e João 1.1, significa antes de todas as coisas criadas. Logo, o Filho preexistia “com Deus” (“O Verbo estava com Deus”, Jo 1.1) antes da criação do mundo (Cl 1.15.19). Na verdade, os escritores da Bíblia Israelita disseram que o Filho é divino, mas não é eterno. Mas como explicar que Ele ESTAVA com o Eterno antes de todas as coisas criadas? A origem do nome “DIVINO” é hebraica, e significa consagrado a Deus, proveniente de Deus, perfeito, sublime, excelente. Daí porque as Escrituras Hebraicas dizerem que Jesus é divino sem que caírem em contradição. É possível ser Criador e não ser Deus; ser Criador de todas as coisas e não ser Eterno? Vejam: João 1.3, Bíblia Sagrada: Todas as coisas foram feitas por ele [o Filho]. E sem ele nada do que foi feito se fez. [ (V. Colossenses 1.16-17). João 1.3, Bíblia Israelita: Todas as coisas foram criadas por intermédio da palavra, e sem ela nada do que foi criado se fez. João 1.3, Bíblia das testemunhas de Jeová: Porque mediante ele foram criadas todas as [outras] coisas nos céus e na terra… Todas as coisas foram criadas por intermédio dele e para ele. Os que negam a divindade de Jesus fazem alterações no texto para que a Palavra se harmonize com suas doutrinas. Mas nem sempre essas emendas dão certo, como é o caso da Escritura israelita que diz que o filho é divino, mas não é Eterno. Nenhuma emenda significativa foi possível fazer em Cl 2.9. Bíblia Sagrada: Nele [no Filho] habita corporalmente TODA a plenitude na divindade; e em Cl 2.17: Ele é ANTES de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. Cl 2.8, Bíblia Israelita: Porque nele mora corporalmente toda a plenitude da divindade. Se o Filho possui na sua plenitude e de forma absoluta os atributos da Divindade, de onipresença, onipotência, onisciência, eternidade e imutabilidade, concluímos que Ele o Criador de todas as coisas e, portanto, é “antes de todas as coisas”. Se tivesse sido criado, não seria antes de todas as coisas. A não ser que os judeus não convertidos e as seitas de um modo geral admitam que “O Deus Pai” criou outro Deus igual a Ele, com os mesmos poderes e os mesmos atributos, dando a este o poder de criar o mundo material e espiritual. Se assim for, estão os adversários admitindo o politeísmo, isto é, a existência de dois DEUSES, ao contrário do que revelam as Escrituras. Mas teriam que explicar Gênesis 1.1, Bíblia Hebraica: “Em [um] princípio, o Eterno criou os céus e a terra”. Perguntamos: Houve dois princípios? Num determinado princípio, o Eterno criou alguma coisa; em outro momento o Filho criou o restante? Mas não é isso que diz a Palavra: “Porque nele foram criadas TODAS AS COISAS QUE HÁ NOS CÉUS E NA TERRA, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. TUDO foi criado por ele e para ele” (Cl 2.16-1). E é isso mesmo que está na Bíblia Israelita.