A Falácia do Big Bang e do Naturalismo de Charles Darwin

“Cesse tudo o que antiga musa canta, que uma voz mais alta se alevanta”. Tomo por empréstimo esse verso de Os Lusíadas, de Camões, para sugerir aos naturalistas – fiéis seguidores da teoria de Charles Darwin – que se calem, ou pelo menos se debrucem sob as evidências, fatos reais e incontestáveis, apresentados pelos cientistas, que apresentam o DESIGN INTELIGENTE. Debrucem-se, examinem e estejam propensos ao debate. Os “inteligentistas” sustentam, não com boatos e suposições, que uma mente inteligente criou o Universo, nele incluídos os seres vivos, homens e animais. Basta o estudo da composição de uma molécula do corpo humano, de tamanho microscópico, com suas nanomáquinas, para que o castelo de areia de Charles Darwin venha abaixo. Basta meditar sobre sistemas simples como as marés, com o regular fluxo e refluxo das águas em tempo certo e determinado; as rotações do nosso planeta ao redor de si e ao redor do Sol, determinando com exatidão os períodos de dia e de ano, e assim por diante. Basta uma simples meditação para ver o equívoco da teoria darwiniana. A teoria da Grande Explosão, o Big Bang, é outra aberração. É a mesma coisa que afirmar que um grande depósito de ferro velho explodiu e dessa explosão surgiu uma grande aeronave de quatro motores funcionando perfeitamente. Outra aberração é afirmar que os chimpanzés são os ancestrais do homem; que os macacos, passados bilhões de anos, se transformaram, por obra do acaso, em seres humanos.

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